Na igreja · 1 min de leitura
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- Comece ouvindo a família: ela sabe o que ajuda.
- Apoio prático vale muito: revezar no culto, uma refeição, uma visita, uma carona.
- Ore junto, com sensibilidade: sem falar em castigo e sem prometer cura.
Comece ouvindo
Cada família é única. Antes de propor qualquer coisa, pergunte: "Do que vocês precisam? O que ajudaria vocês a participar?" A ficha de acolhimento, nos materiais do portal, é um bom roteiro para essa conversa.
Apoio prático
- Revezar para que os pais possam participar do culto juntos.
- Levar uma refeição em semanas difíceis.
- Oferecer carona para terapias e consultas.
- Visitar, sem pressa e sem julgamento.
Inclua os irmãos
Os irmãos também precisam de atenção, de amigos e de espaço para falar do que sentem. Um olhar carinhoso para eles faz muita diferença.
Cuide de quem cuida
Pais e cuidadores costumam viver cansados. Grupos de apoio, momentos de descanso e escuta são formas concretas de amor ao próximo.
Ore com sensibilidade
Ore junto, com a família, pelo que ela pedir. Evite falar em castigo, falta de fé ou promessas de cura. A pessoa com deficiência é amada por Deus do jeito que é.
Prepare a igreja
Use os materiais do portal: o roteiro visual do culto, os cartões de comunicação, o guia para voluntários e as placas de espaço calmo. E faça o checklist "Minha igreja é inclusiva?" com a liderança.
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