Na família · 1 min de leitura
Escute primeiro
Muitas famílias de pessoas com deficiência ou neurodivergentes carregam cansaço, preocupações e histórias de exclusão. Antes de dar opinião, escute.
Atitudes que ajudam
- Pergunte como você pode ajudar, de forma concreta.
- Fale da criança pelo nome e comece pelo que ela tem de bom.
- Respeite as decisões da família sobre tratamentos e rotina.
- Guarde o que for contado: discrição também é cuidado.
- Ofereça ajuda prática, como uma refeição, uma carona ou algumas horas para os pais descansarem.
Se você percebe algo diferente no desenvolvimento
Não faça diagnóstico. Com cuidado, conte o que observou, sem rótulos, e sugira uma conversa com o pediatra.
Por exemplo: "Percebi que ele fica muito incomodado com barulho. Vocês já notaram isso também?"
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