Na família · 1 min de leitura
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- Primeiro, cuide de quem você acompanha. A plateia vem depois.
- Você não deve explicações a ninguém, mas pode ter frases curtas prontas.
- Discriminação por deficiência é crime (LBI, art. 88).
Primeiro, quem você acompanha
Numa crise ou num momento difícil em público, a prioridade é a pessoa que você acompanha: diminuir os estímulos, levar para um lugar mais calmo e ficar por perto. Os olhares dos outros podem esperar.
Você não deve explicações
Ninguém é obrigado a justificar a deficiência de um filho, de um irmão ou a própria. Explicar é uma escolha, para quando você tiver vontade e energia.
Frases curtas que ajudam
- "Ele é autista. Está tudo bem, só precisamos de um minuto."
- "Obrigado pela preocupação, já estamos cuidando."
- Para quem quer ajudar de verdade: "Se puder, peça para abaixarem o som."
O cartão de bolso
Nos materiais do portal há o cartão "Como me ajudar", que pode ser mostrado em lojas, filas e atendimentos, sem precisar explicar tudo em voz alta.
Quando é preconceito
Comentário maldoso, recusa de atendimento ou exclusão por causa da deficiência não é "só falta de educação". Praticar, induzir ou incitar discriminação de pessoa em razão da deficiência é crime (LBI, art. 88). Anote o que aconteceu, nomes e horários, e procure a Defensoria Pública, o Ministério Público ou o Disque 100.
Você não está sozinho
Converse com outras famílias atípicas e com a sua rede de apoio. Dividir o peso faz diferença, e a igreja pode e deve ser parte dessa rede.
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